quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Poesia


De que maneira ei de relatar, pois da luz que de ti emananão há como um lápis desenhar,

tão pouco comparação não há pois qualquer que a faz se engana.

Em nenhum sorriso posso encontrar.

Somente do seu me deleitar.

Pérola do mais profundo mar.
Preciosa e incomparável tu és.
Sorriso aberto, pronto para amar.

Soneto duma única felicidade.
Contadas as sílabas em dez à EXPRESSAR.

Do Seu encanto por todo o canto,e em cheio o meu coração acertar.

Inevitável flecha traiçoeira.O culpido foi quem me feriste!

De alegre tornei-me triste, pois não sei como o teu coração alcançar.

Flor que desabrochoue de broto se fez mulher.Sim, do meu coração se apoderou.
Me deixado caído (por ti) que dantes estava de pé.


Celso Oliveira.

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